Hebreus 5, 1
As versões que podemos usar por lei, lado a lado com a leitura literal que sai do próprio interlinear. E, embaixo, as que não podemos, com o motivo escrito.
A ARA é obra da SBB e está protegida. Usar o texto inteiro exige licença escrita. É a Almeida que a maioria das igrejas usa, e é justamente por isso que ela não pode entrar sem contrato.
A Trinitariana publica o próprio limite: até 1.100 versículos sem autorização, e nunca um livro inteiro. Uma Bíblia completa exige contrato assinado.
Todo mundo repete que está em domínio público. Não está. O último tradutor, Hugh Clarence Tucker, morreu em 1956. Pelos arts. 41 e 42, cai em domínio público em 1º de janeiro de 2027. E a edição que circula é a revisão de 2010 da SBB, que é obra derivada nova.
λαμβάνω cobre receber o que é dado e tomar o que se pega. A tradução escolhe um ou outro conforme a cena. A diferença importa em passagens sobre graça: receber é passivo, tomar é ativo, e o grego usa a mesma palavra nos dois, deixando a questão em aberto onde o português já resolveu. Neste livro: "recebeu" em 10 versículos (o primeiro em Hebreus 2:2); "tomado" em 3 versículos (o primeiro em Hebreus 5:1). Nos dois casos a palavra grega é λαμβάνω.
Se um dia a Sociedade Bíblica ou a Trinitariana der autorização por escrito, esta tela já está pronta: entra a tradução no banco e ela aparece em cima, junto das outras. Nada muda no aplicativo sem a sua permissão.